Fale conosco - Downloads - Notícias
Home
Notícia
<< Voltar

Grupo Case vê oportunidade em meio à crise

16/12/2016 em BRAZILIAN BUSINESS
Corretora aposta em soluções customizadas e forma humanizada de atendimento para conquistar clientes
Rafael Motta, CEO do Grupo Case e presidente da Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro. (Foto: Rafael Cerejo)
Como usar aspectos subjetivos, como “carinho”, “brilho nos olhos” e “encantar” para gerir uma consultoria e corretora de benefícios e seguros? Há 20 anos, essa é a proposta do Grupo Case, composto pelas empresas Brasilidade Corretora de Seguros, Case Administradora de Benefícios e Dinâmica Corretora de Benefícios. Desde 1996 no mercado, o grupo está entre os maiores players do mercado nacional e também atua nos Estados Unidos. Os números mostram que a “fórmula secreta” da empresa, incorporada em seus valores, deu certo: são 600 mil vidas ativas na carteira, R$ 500 milhões em prêmios emitidos em 2015 e R$ 100 bilhões em capital segurado sob gestão.


Rafael Motta, CEO do Grupo Case, faz questão de enfatizar que o diferencial da companhia está no foco em pessoas. “Uma de nossas características mais marcantes é valorizar o ser humano e respeitar a individualidade e a diversidade dentro da empresa”, disse. O resultado foi a ampliação dos negócios em meio à crise econômica. “Expandimos para atender a uma demanda latente e aos diferentes perfis de empresas que nos procuravam em busca de soluções sob medida”, afirma Motta.


Brazilian Business: Em 1996, ano da criação do Grupo Case, duas importantes medidas marcam a história do seguro no Brasil: a liberação da entrada de empresas estrangeiras no mercado e a quebra do monopólio do Instituto de Resseguros do Brasil – IRB. E, até hoje, o setor de seguros ainda tem pela frente bastante espaço para crescimento. Como a Case vê a evolução da área?


Rafael Motta: Com a abertura do mercado, mais de 20 empresas estrangeiras entraram no Brasil. Esse aquecimento elevou a oferta de produtos e iniciou o processo de maturação do segmento. Apesar de jovem, o ramo de saúde suplementar, seguros gerais, previdência e capitalização avançou e vem experimentando crescimento acelerado nos últimos anos. Essa evolução pegou carona no desenvolvimento econômico e amadurecimento industrial que o País viveu nas últimas décadas, anteriores à crise atual. Outro fator que impulsionou esse mercado foi a quase extinção das corretoras cativas dentro das companhias, no início dos anos 2000. Antes, grandes empresas possuíam áreas de corretagem internas no escritório. Porém, percebeu-se que é muito mais viável confiar a operação desse trabalho a uma corretora especializada. Nesse momento, nosso mercado evoluiu rapidamente. Para os próximos anos, a perspectiva é de um futuro desafiador, com desaceleração de prêmios e um acirramento quanto à competitividade em preço e em know-how de gestão integrada.


BB: Apesar do cenário econômico desfavorável do País, em 2015, a Case ampliou em mais de 15% os postos de trabalho, além de ter expandido sua atuação local em São Paulo e Vitória. Como o grupo viu oportunidade em meio à crise?


RM: O mercado de benefícios e seguros tende a se beneficiar tanto nos momentos de bonança como nos de instabilidade econômica. Quando há crise, normalmente, vemos uma corrida para mudanças nos contratos que gerimos em busca de uma redução rápida nos custos. Os clientes não podem esperar, e é por isso que precisamos estar a postos para contribuir permanentemente, assessorando-os de forma eficiente e imediata. Foi nesse contexto complexo, em que as exigências do mercado cresceram muito o nível de especificidade, que aumentamos consideravelmente nossa carteira e presença física nacionalmente. Expandimos para atender a uma demanda latente e aos diferentes perfis de empresas que nos procuravam em busca de soluções sob medida.


BB: Como definir os 20 anos do Grupo Case, desde o pioneirismo em assessoria de seguros, até hoje, como um dos maiores players do mercado nacional?


RM: O diferencial do Grupo Case diante do mercado é ter mantido o mesmo DNA do início. Nossa satisfação sempre esteve em cuidar de verdade das pessoas, em ter excelência no relacionamento. Temos um interesse verdadeiro nas questões e nos problemas dos clientes e montamos planos de ação customizados para as necessidades de cada um. Não nos interessa crescer sem manter a qualidade do nosso trabalho, que alçou o grupo a um dos dez maiores players do mercado. Por aqui, dizemos que nossa “fórmula secreta” está em apostar no longo prazo e em consistência, mantendo um atendimento de alto padrão. Nesses 20 anos, nós nos modernizamos muito, investimos em um time de peso e em uma estrutura tecnológica robusta, mas jamais perdemos a nossa essência.


BB: O aumento do desemprego, que fez cair o número de assistidos por planos de saúde empresariais, e a alta de custos no setor preocupam? Quais são as mudanças na gestão dos planos de saúde empresariais que o Grupo Case defende?


RM: Se nada for feito, se o modelo de gestão não sofrer adaptações, se a relação custo-efetividade não passar a ser considerada como um indicador representativo e o foco da atuação, que hoje se baseia na busca de doenças, não se deslocar para a conscientização do uso do benefício, prevenção e promoção de saúde, até 2030, os custos com planos de saúde triplicarão. Essa conta, que hoje já não fecha, vai beirar a inviabilidade ou se tornar inviável. Como especialista em gestão de risco, o Grupo Case acredita que é preciso ter um olhar diferenciado acerca da predição de doenças e do perfil da população, utilizando mecanismos que em curto prazo possam gerar resultados eficientes para os contratos coletivos.


BB: Qual é o diferencial da Case em gestão de pessoas?


RM: O Grupo Case gosta de gente. Uma de nossas características mais marcantes é valorizar o ser humano e respeitar a individualidade e a diversidade dentro da empresa. Além disso, nosso diferencial é manter a gestão o mais horizontal possível. A minha sala e as dos demais diretores estão sempre de portas abertas. Fazemos questão de nos manter acessíveis a quem quiser falar conosco, seja para dar uma sugestão ou para fazer uma crítica. Não existe uma cadeia hierárquica rígida, o que facilita o empoderamento dos colaboradores e a rapidez na tomada de decisão. Queremos que cada colaborador, independentemente da posição que ocupe, sinta-se parte e saiba seu valor dentro da engrenagem na qual estamos inseridos. Na Case, incentivamos o conceito de empreendedorismo corporativo, e esse é o segredo para o nosso “brilho nos olhos”.


BB: O que é o conceito de gestão 360º, que é marca do grupo?


RM: Tudo o que fazemos é customizado, absolutamente nada é pré-pronto. Não repetimos fórmulas. O que funciona com um cliente não funciona com outro. Por isso, estudamos cada caso a fundo e entregamos soluções em benefícios e seguros projetadas sob medida, mas sem perder a velocidade. Oferecemos em nosso portfólio uma plataforma completa de produtos e serviços diferenciados, no modelo butique delivery. Assim nasceu o conceito de atuação 360º, em que a demanda do cliente é interpretada individualmente e as entregas são exclusivas.


BB: O senhor é presidente da Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AmCham Rio) e CEO do Grupo Case. A câmara visa a impulsionar e aperfeiçoar as relações bilaterais entre Brasil e Estados Unidos, onde a sua empresa também atua. Como o senhor destacaria a importância dessa parceria?


RM: A AmCham Rio é uma importante aliada para a expansão dos negócios do Grupo Case em território americano. Muitas empresas brasileiras estão projetando seu crescimento para os EUA, e esse é um caminho natural para nós. A câmara nos auxilia com networking qualificado e ações de advocacy para o desenvolvimento de negócios, o que representa uma ferramenta fundamental para nosso crescimento além das fronteiras nacionais.
Agenda

mantenedores

OURO

PRATA

  • Praça Pio X, 15 / 5º andar – Centro
    CEP: 20040-020 – Rio de Janeiro/RJ
  • + 55 (21) 3213-9200
    Fax: 55 (21) 3213-9201
  • amchamrio@amchamrio.com
Redes AmChamRio
  • COPYRIGHT © 2012.