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Social Business gera diferencial competitivo, inovação e produtividade

24/10/2016 em Notícias
As tendências e desafios da implementação da ferramenta foram tema de debate na AmCham Rio
Da esquerda para a direita: Guilherme Caldas de Castro, Anderson Ramires, Luiz Henrique Vieira, Gustavo Moreira e Isabela Martins.
Estratégia que promove agilidade e inovação de forma colaborativa, o Social Business une as características das mídias sociais aos processos da empresa. E para mostrar os diferenciais da prática, a Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AmCham Rio), realizou um debate com especialistas, nesta sexta-feira (21/10).


A moderação do evento ficou a cargo de Gustavo Moreira, presidente do Comitê de Tecnologia da Informação e Comunicação da AmCham Rio, e contou com a presença de Guilherme Caldas de Castro, professor do Instituto de Matemática e Estatística da Uerj e professor convidado dos cursos de MBA em Marketing da FGV; Luiz Henrique Vieira, diretor comercial do YAT App; Isabela Martins, LA Executive Consultant da IBM Social Business Unit; e Anderson Ramires, sócio e líder de inovação da PwC Brasil.


A PwC, de acordo com Ramires, usa o conceito de colaboração como estratégia de negócio. “Quanto mais o ambiente corporativo for propício à colaboração, maior será a produtividade e a geração de novas ideias”, afirmou o líder de inovação da empresa. É o que mostra um estudo da Mackenzie, lembrado pelo moderador: “o uso de redes sociais coorporativas gera 10% de aumento de receita, incremento de 31% na velocidade de inovação e 15% de aumento de produtividade”, disse Moreira.


A executiva da IBM, porém, enfatiza que o software de Social Business precisa vir acompanhado de mudanças na cultura da empresa. “É um processo que começa a partir das prioridades dos negócios”, afirmou. Foi o que fez a PwC, ao implementar o uso do aplicativo Spark – que une as utilidades do Facebook e do LinkedIn, mas é restrita à empresa, para uso profissional – visando a resolução dos problemas internos e de clientes com network global nos 153 países onde a empresa atua. “Nos últimos três meses, 91,7% dos profissionais da PwC no mundo se conectaram ao aplicativo”, afirmou Ramires.


O Social Business ainda permite que as empresas tenham controle e métricas sobre tudo que está sendo compartilhado, e de acordo com o diretor comercial do YAT App, essa é uma vantagem competitiva. Mas ele alerta para a possibilidade dessas informações – seja de funcionários, seja de tomada de decisões – serem expostas, por falta de uma plataforma segura.


Para o professor da Uerj, o Social Business auxilia o entendimento dos consumidores. “É preciso sair do lugar-comum, pois as pessoas têm muito mais estímulos e informações e estão cada vez menos fiéis às marcas”. Para Castro, os desafios não terminam aí. O perfil do novo consumidor é de não comprar desnecessariamente (lowsumerism), transformar resíduos ou produtos inúteis e descartáveis em novos (upcycling e recycling), e ainda optar pela economia compartilhada.


Para ele, a nova tendência de marketing é a cocriação, onde o consumidor ajuda na elaboração do produto. “Temos que parar de falar dos nossos produtos para falar o que a nossa marca pode fazer pela vida das pessoas”, afirmou. Para o moderador, não se vende mais produtos, e sim serviços. “As pessoas querem menos posse e mais experiências”, definiu Moreira. Já para Isabela, o novo campo de batalha do marketing são as interações pessoais e o engajamento. “76% dos consumidores esperam que as empresas saibam suas necessidades”, disse.


Veja as fotos do evento: http://bit.ly/fotossocialbusiness
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