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A ascensão do CFO na América Latina

19/07/2016 em Notícias
Em evento na AmCham Rio, TMF Group e FGV discutem cenário econômico e papel do profissional para as empresas
A importância do profissional de finanças na atual conjuntura do Brasil foi tema de debate realizado pela Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AmCham Rio) e a TMF Group, nesta quarta-feira (14/07). O evento contou com a presença de Jase Choenni, diretor de desenvolvimento de negócios globais da TMF Group, Luis Carlos Patrão Novo, diretor da AmCham Rio e sócio da TMF Group e Rubens Cysne, diretor da Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV).


Para os especialistas, no atual cenário de retração de investimentos internacionais, o papel do CFO brasileiro vem ganhando cada vez mais destaque, não somente com a análise de números, mas também como um cargo estratégico, para antever oportunidades e riscos. “Após a crise de 2008, as empresas perceberam a importante lição de não olhar apenas para o próprio negócio, mas sim tentar prever as mudanças de contexto. O profissional de finanças também assumiu esse papel”, explicou Cysne.


Choenni fez coro à afirmação de que os CFOs precisam se aproximar da estratégia da empresa e fazer parte das decisões e não ficarem somente focados nos aspectos operacionais. Além disso, os números têm que vir aliados a interpretações, ou seja, contextualizados. Isso é importante, de acordo com o especialista, pois na América Latina é preciso enfrentar quantidades significativas de protocolos que abrangem a maioria das modalidades de negócios, além de leis que muitas vezes são difíceis de interpretar.


De acordo com o Índice Global de Complexidade da TMF Group, a América Latina é a região mais complexa para empresas multinacionais fazerem negócios, já que obstáculos burocráticos de longa data provaram ser resistentes a reformas. Ele atribui a isso o medo dos investidores com a região atualmente. “Hoje, as empresas calculam não só as oportunidades, mas principalmente os riscos. E não pensam nos vários países separadamente, mas sim no bloco da América Latina”, afirmou Choenni.


O Brasil, que foi da 2ª para a 10ª posição no ranking, tem feito progressos no sentido de combater a corrupção e melhorar o ambiente corporativo, mas ainda tem muitos obstáculos burocráticos e gargalos processuais. Além disso, a instabilidade política tem atrasado significativamente algumas das peças-chave da legislação destinadas a simplificar o ambiente de negócios. “Para lidar com isso, o profissional precisa ser mais criativo e arriscar mais”, disse o especialista.


Confira o relatório da TMF Group: http://bit.ly/relatorioTMF

Veja as fotos do evento: http://bit.ly/eventoCFO



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