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Ressaca olímpica: o desafio do turismo pós Jogos

12/07/2016 em Notícias
Diretor comercial do Rio Convention & Visitors Bureau fala das oportunidades no setor em 2017
Nadia Stanzig, gerente da AmCham Rio; Michael Nagy, diretor comercial do Rio Convention & Visitors Bureau; e Alexandre Cavalcanti, presidente do comitê e diretor de vendas da American Airlines.
O desafio pós-olímpico para o setor de turismo foi debatido na reunião do Comitê de Turismo e Negócios da Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AmCham Rio), nesta terça-feira (12/07), com a presença de Michael Nagy, diretor comercial do Rio Convention & Visitors Bureau e Alexandre Cavalcanti, presidente do comitê e diretor de vendas da American Airlines.


Com menos de um mês para os Jogos Olímpicos, o Comitê e o Rio Convention têm um objetivo em comum: minimizar os efeitos da chamada ressaca olímpica, ou seja, a drástica diminuição do número de visitantes na cidade após a realização do evento mundial, comum em todos os países-sede.


Para isso, Nagy enfatizou que é preciso investir em um calendário de eventos no Rio: “Começamos o ano com 86 congressos, hoje temos 176 programados até 2021 e mais 973 em fase de captação”, disse. Além disso, divulgar a cidade como destino corporativo é o grande mote atual. “O Rio não é mais somente a Zona Sul, com o Corcovado e o Pão de Açúcar. Agora, temos o dobro de hospedagens de São Paulo, centros de convenções, hotéis novos e bem equipados, e opções de lazer por toda a cidade”, afirmou ele.


De acordo com os especialistas, antes das obras para atender o público durante a Olimpíada, a cidade contava com 26 mil quartos de hotel. Hoje, o número chega a 43 mil. E passa para 60 mil se somadas pousadas e outras formas de hospedagem. “Para os Jogos Olímpicos, toda essa capacidade será preenchida, mas nos Paralímpicos, a expectativa é de apenas 30%”, disse Nagy. A quantidade de hotéis cinco estrelas na cidade também cresceu. Em 2014 eram apenas cinco, agora são 26.


Para preencher tantas novas vagas, será necessária uma média de 20 mil novos viajantes por mês no Rio. A aposta, de acordo com Nagy e Cavalcanti, tem que ser no público americano. Os EUA, que já foi o país que mais trouxe turistas para o Brasil, hoje perde para a Argentina. Isso aconteceu, segundo os especialistas, por falta de investimento do governo brasileiro em divulgação. “Esquecemos de avisar a eles que temos uma cidade pronta – com marcas de hotéis americanas como o Hilton, Sheraton e o Marriott –, barata e com belezas naturais e culturais sem comparação”, enfatizou Nagy.


O Zika vírus foi outro assunto que, segundo Nagy e Cavalcanti, fez com que muitos turistas desistissem de vir ao Rio. O diretor da Rio Convention acredita que, nesse caso, faltou divulgar informações corretas. “O vírus está em 60 países, inclusive nos EUA. A Flórida tem mais casos de Zika que o Rio de Janeiro. Então por que deixar de vir para os Jogos? Mas isso não foi falado”. Para ele, agora é preciso pensar no pós, visando o turismo de negócios para minimizar a ressaca e consolidar a cidade como destino corporativo.


Participaram da reunião representantes das empresas AC Hotel Rio de Janeiro Porto Maravilha, American Airlines, Arena Hotel, Consulado Geral Americano, Grand Hyatt, Mazars, Mundivisas, RCVB, Rio Convention & Visitors Bureau, Rio Negócios, Sheraton Grand Rio Hotel & Resort e United Airlines.


Veja as fotos da reunião: http://bit.ly/comiteturismoenegocios

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