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Governo promete desonerar investimento em energia solar

22/06/2015 em BRAZILIAN BUSINESS
Ministro de Minas e Energia convocou a iniciativa privada a apostar na instalação de usinas fotovoltaicas, com a promessa de aliviar os gastos
Participação da geração eólica deve saltar de 3,7% (5 GW) para 11,6% (24 GW) em 2024
O governo tem o apoio da iniciativa privada para desenvolver a geração de energia por fontes alternativas, solar e eólica, prioritariamente. "Não faz sentido abrir mão da energia solar, por exemplo. E faremos isso (investiremos) desonerando o capital privado", afirmou o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, ao conceder palestra a executivos do setor elétrico, durante o Enesa 2015, evento realizado no fim de maio.

O governo atua, sob a liderança da Empresa de Pesquisa Energética – EPE, para aumentar a participação das fontes alternativas na matriz energética, atualmente, dominada pela geração hidrelétrica e cada vez mais dependente da produção de usinas térmicas a gás natural, mais poluente, por causa da seca que atinge os reservatórios nos últimos anos.

No longo prazo, no entanto, a aposta continua sendo no incentivo a fontes mais limpas. A projeção é de que a geração solar, praticamente nula no momento, passe a responder por 3,3% dos 207 gigawatts de capacidade instalada no parque gerador nacional em 2024, ao ofertar 6,9 GW ao sistema elétrico. Já a participação da geração eólica deve saltar de 3,7% (5 GW) para 11,6% (24 GW), no mesmo período.

Para atrair os investidores, o presidente do órgão planejador do sistema elétrico também promete antecipar a instalação de linhas de transmissão e permitir que estejam prontas antes das usinas que vão gerar a energia a ser transportada. Por falta de rede de transmissão da eletricidade, usinas eólicas da Região Nordeste do País atrasaram o início da operação.

Há um consenso no governo de que a geração alternativa será sempre complementar à hidrelétrica e térmica por causa das limitações de produção dessas fontes, incapazes de sozinhas, atender à demanda de um País com a dimensão geográfica como o Brasil. De qualquer forma, há também o entendimento de que o desenvolvimento da capacidade de geração solar e eólica é prioritário em um ambiente de exigências socioambientais crescentes.

(Fernanda Pereira)

Saiba Mais:

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Leia a íntegra da BB 292 (PDF):
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Revista Brazilian Business:
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