Fale conosco - Downloads - Notícias
Home
Notícia
<< Voltar

“Gás natural está em toda parte no Brasil”

26/08/2013 em ENERGIA

Diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, disse durante o Brazil Energy and Power que o governo prevê a construção de usinas termelétricas próximas a áreas que serão licitadas na 12ª Rodada

 


O gás natural
está em toda parte no Brasil, e pode ser encontrado tanto em superfícies quanto
em rios, do Norte ao Sul do País. A informação é da diretora-geral da Agência
Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard,
nesta segunda-feira (26). A diretora participou do painel “Perspectivas para o
Desenvolvimento do Gás Convencional e Não Convencional” durante a conferência
Brazil Energy and Power (BEP), realizada pela Câmara de Comércio Americana do
Rio de Janeiro.

Magda destacou que diante da grande perspectiva de oferta de gás a 12ª Rodada
de Licitações da ANP, planejada para novembro, incluirá blocos em terra. “O rio
Teles Pires borbulha gás com uma intensidade tão grande que podemos até gravar
o som”.

Magda disse ainda que o governo prevê a construção de usinas termelétricas próximas
as áreas que serão licitadas na 12ª Rodada. “Até há dois anos achavam que para
produzir gás no Brasil em áreas remotas era preciso construir um gasoduto. Não
é que um modelo vai se sobrepor o outro, mas significa que além da
possibilidade de entregar gás pela opção tradicional, temos a chance de
entregar energia elétrica direto nas linhas de transmissão”.

Sobre o gás não convencional, a diretora afirmou que as bacias maduras do
Recôncavo e de Sergipe Alagoas talvez já possuam informação suficiente para
buscar a exploração do insumo. “Possivelmente, essa será a primeira fonte de
exploração para o gás não convencional no Brasil”.

O gerente de Desenvolvimento de Negócios no Brasil da Halliburton, Daniel Torres,
também participou do painel e afirmou que estimativas preliminares indicam que
as reservas de gás não convencional no País podem ser maiores que as do
pré-sal. Ele destaca que é preciso avaliar o tamanho das reservas para então
poder desenvolver um mercado consumidor. “Precisamos avaliar quais os pilares
mais sólidos que temos no País e o que precisamos desenvolver. É um ciclo
longo, mas se não dermos o primeiro passo, fica mais longo ainda”.

Para o diretor de Desenvolvimento de Negócios da Baker Hughes, Rodrigo Lopes
Farias, o gás não convencional pode ter um papel significativo na matriz
energética brasileira. “A demanda de energia vai continuar a crescer nos
próximos anos e rochas não convencionais podem ter relevância no curto prazo”,
destacou.

De acordo com o gerente do Programa de Envolvimento Técnico para Gás Não
Convencional (UGTEP) – Departamento de Estado dos Estados Unidos, Sean Ruthe,
os diálogos de cooperação com os Estados Unidos serão fundamentais para o
desenvolvimento do shale gas no Brasil. “Os EUA têm ensinamentos sobre questões
relacionadas ao regime regulatório e técnicas de exploração”, disse Ruthe. 

O painel contou ainda com o presidente da AmCham Rio, Roberto Ramos, como moderador do debate.






Agenda

mantenedores

OURO

PRATA

  • Praça Pio X, 15 / 5º andar – Centro
    CEP: 20040-020 – Rio de Janeiro/RJ
  • + 55 (21) 3213-9200
    Fax: 55 (21) 3213-9201
  • amchamrio@amchamrio.com
Redes AmChamRio
  • COPYRIGHT © 2012.