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BNDES lançará linha para estimular biomassa e PCHs

26/08/2013 em Energia

Presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, afirmou durante a conferência Brazil Energy and Power que o objetivo do programa é garantir demanda para o leilão de energia A-5, que será realizado esta semana 



O BNDES
(Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) lançará esta semana
linhas de financiamento para estimular a compra de energia gerada por biomassa
e para as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), informou hoje o presidente da
EPE (Empresa de Pesquisa Energética), Mauricio Tolmasquim, que participou nesta
segunda-feira (26) da conferência Brazil Energy Power, realizada pela Câmara de
Comércio Americana do Rio de Janeiro. 

Segundo ele, o objetivo do programa é garantir demanda para o leilão de energia
A-5, que será realizado esta semana para compra de energia para
2018. "Acredito que biomassa e PCHs vão voltar com força nesse
leilão", informou.

Tolmasquim também afirmou que a composição da matriz energética brasileira no
longo prazo dependerá da oferta de gás natural no País. “A questão do gás é
hoje a grande interrogação na matriz brasileira, e está em aberto”, afirmou.

O executivo participou de debate que avaliou as perspectivas para a matriz
energética brasileira a partir de 2020, quando o potencial hidrelétrico estará
reduzido e a base de geração precisará de outras fontes primárias, como
termelétricas. Segundo ele, o volume de reservas comprovadas de gás natural e
os preços a serem praticados podem mudar toda a matriz energética. 

“Não sabemos se o gás do pré-sal será competitivo ou não. Temos também o shale
gas, cujo estudos preliminares apontam que o País teria potência de trilhões de
barris. Mas é uma estimativa muito pouco apurada”.

O assessor da Presidência da Eletrobras Eletronuclear, Leonam dos Santos
Guimarães, completou dizendo que novos gasodutos só serão planejados quando
houver declarações de comercialidade de gás. "Para termos novos gasodutos
precisamos ter demanda de gás, e para isso, precisamos de descobertas que
justifiquem. Basta a declaração de comercialidade de uma descoberta e
construímos um gasoduto", explicou.

Leonam também falou sobre as reservas brasileiras de petróleo e afirmou que
produção atual de 2 milhões de barris por dia de óleo passará para 5 milhões de
barris por dia em 10 anos. O executivo também destacou que o país certamente se
tornará exportador de óleo.

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e
Serviços, Julio Bueno, falou sobre os investimentos que o Rio de Janeiro está
realizando no setor de infraestrutura para atender à demanda ocasionada pelo
cresciemento da produção de petróleo.

Segundo ele, o Porto do Açu está em fase final de construção, faltando apenas
R$ 1 bilhão para o término do projeto. Bueno falou ainda sobre a importância
dos investimentos no Porto de Maricá, devido a sua localização, a 20
quilômetros do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), e no
Porto do Rio, no qual foram investidos R$ 1 bilhão e R$ 1, 5 bilhão.

O painel Desafios e Metas do Planejamento Energético Brasileiro contou ainda
com membro do comitê de Energia da AmCham Rio e diretor de Energia da Wärtsilä,
Jorge Alcaide, como moderador do debate.

O Brazil Energy and Power tem patrocínio master da Halliburton, patrocínio da
Época Negócios e Wärtsila, copatrocínio da Odebrecht Óleo e Gás e Tishman
Speyer, copatrocínio aéreo oficial da American Arlines, apoio da Brazil-U.S.
Business Council, e apoio de mídia da Argus, Brasil Energia, Rio Negócios e TN
Petróleo.








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