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Leilão de petróleo e conteúdo local em debate na Amcham Rio

30/07/2013 em ENERGIA

O superintendente da Onip, Bruno Musso, trouxe suas impressões sobre o setor de energia após a 11ª rodada de licitações em evento exclusivo aos membros da Amcham Rio

O superintendente da Onip, Bruno Musso, durante palestra na Amcham Rio



Competitividade na indústria de óleo e gás,
conteúdo local, investimentos previstos e gargalos do setor de energia, após a 11ª
rodada de licitações, foram os temas centrais da palestra realizada na manhã
desta terça-feira (30) pelo superintendente da Organização Nacional da
Indústria do Petróleo (Onip), Bruno Musso. Ele falou na abertura do Special
Amcham Rio Networking Coffee, evento promovido pela Câmara de Comércio
Americana do Rio de Janeiro, exclusivamente para empresas associadas.


A proposta do encontro mensal é reunir um grupo
seleto de associados interessados no networking, mas também em debater um tema
relevante da agenda nacional e focado em um setor econômico, neste caso, o de
energia.



Segundo Musso, “entre 2012 e 2015, o setor
petrolífero responderá por 59% do total de investimentos na indústria do País,
o equivalente a R$ 350 bilhões”. Apesar desta perspectiva e do resultado da 11ª
rodada de licitações ter batido recorde de arrecadação, totalizando R$ 2,8
bilhões e com investimentos mínimos previstos de R$ 6,9 bilhões, as empresas
ainda encontram dificuldades em cumprir o conteúdo local médio fixado em 62,32%
para a Fase de Exploração do contrato de concessão e de 75,96 % para a Fase de
Desenvolvimento.



O executivo ressaltou que a alta exigência de
conteúdo local para exploração e desenvolvimento de áreas de petróleo e gás impacta
positivamente toda a cadeia industrial brasileira, porém, essas obrigações ainda
estão impostas em níveis muito altos e difíceis de cumprir, já que determinados
produtos e serviços não estão disponíveis no mercado brasileiro. “Estamos
tentando mitigar esses gargalos como podemos por aqui e avaliando como aumentar
a capacidade instalada no Brasil. Quando não há solução, buscamos a formação de
joint ventures com empresas internacionais”, explicou.



Musso ressaltou ainda que o segmento de óleo e gás
está trabalhando com um horizonte de automação, o que gerará uma grande demanda
por tecnologias inovadoras. Ele cita como exemplo a exploração de petróleo no
pré-sal, que exige uma logística complexa e necessita de novas tecnologias.











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