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Desing thinking para inovação

09/07/2013 em Marketing

Comitê de Marketing da Amcham Rio recebeu o CEO da MJV, Maurício Vianna, para apresentar o design thinking, um método criativo que prioriza a aproximação dos padrões e perfil dos clientes


“Inovação só é
possível se houver uma cultura que permita o risco”. Esta fala do CEO da MJV,
Maurício Vianna, parece ser a premissa do projeto que motivou o executivo a incorporar
como estratégia para o seu negócio, antes restrito à tecnologia, a metodologia
do design thinking. A proposta é ajudar as empresas a serem mais criativas e
permanecer no mercado, tendo como diferencial alcançar a maior aproximação
possível dos clientes. Vianna apresentou suas ideias durante reunião do comitê
de Marketing da Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro, na terça-feira,
9 de julho.



O executivo mostrou
como as teorias do design thinking podem ajudar as companhias a colocarem mais
inovação em seus negócios e produtos. O nome explica bastante do conceito: a
origem do processo é incorporar o pensamento utilizado pelo design para
orientar a organização sistemática da criação de produtos e processos. O
processo envolve quatro passos: empatia, visualização, colaboração e tangibilização.



De acordo com o
executivo, o método ajuda a criar valor para as empresas e traz uma abordagem diferente,
com um exercício criativo que prioriza a aproximação dos padrões e perfil dos
clientes. “Tudo começa com a empatia. As ideias novas só vão surgir a partir da
interação e contato”, afirma. O primeiro passo é mergulhar no universo do
outro, por meio da observação, sem ideias preconcebidas, para entender as
necessidades do cliente e mapear suas necessidades. “Não é perguntando às
pessoas que vamos entender este universo, mas por meio da observação”, explica
Vianna.



Em seguida, como uma
forma nova de resolver problemas, a contribuição do universo do design, que
pensa visualmente. “Estamos acostumados a pensar analiticamente. O designer,
antes de convergir, diverge. É preciso abstrair para perceber o objeto”.



Outro elemento
inovador ao processo é o mecanismo da colaboração, ou seja, agrupar diferentes
formas de pensar e pontos de vistas à discussão do problema para, como a
diferença, enriquecer o projeto. Por esta razão, na empresa trabalham profissionais
das mais diversas áreas e em grupos de forma a trazer a crítica como
diferencial do processo criativo. O último ponto é o que Vianna nomeou de
tangibilização, que abusa da experimentação para “errar cedo e reduzir os
riscos”.



Vianna defende que as
ideias sejam transformadas em protótipos logo no início do projeto, com o
objetivo de identificar oportunidades de melhoria e evitar maiores gastos. “Tangibilizar
conceitos por meio de protótipos ou experimentos simples reduz o risco de ser
surpreendido negativamente no futuro”, explica.



O método é utilizado
em todo o mundo e no Brasil já foi adotado por clientes como Itaú, Coca-Cola,
Mafre, Milles, BR Distribuidora, entre outras.







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