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Governo do Rio foca na cadeia de subsea

26/04/2013 em Energia
Programa do governo do Estado pretende captar fornecedores e subfornecedores internacionais para acompanhar a crescente demanda do setor de óleo e gás
O governo do Estado do Rio de Janeiro está concentrando esforços para atrair fornecedores e subfornecedores internacionais para acompanhar a crescente demanda do setor de óleo e gás. Para isso, está sendo criada uma política industrial para a estruturação de um polo fluminense para atender a cadeia de subsea. O principal objetivo do programa é aumentar a atratividade do Estado neste segmento.

Segundo o subsecretário de Energia, Logística e Desenvolvimento Industrial, Marcelo Vertis, o programa possui três focos principais. “Vamos trabalhar com três principais frentes de atuação: equipamentos submarinos, indústria naval e refinarias,” disse.

Vertis participou na última quinta-feira, 25 de abril, do seminário “Programa de Atração de Investimentos para o Setor de Equipamentos Subsea da Cadeia de Óleo e Gás no Estado do Rio de Janeiro”, realizado pela secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, em parceria com a subsecretaria de Relações Internacionais da Casa Civil. Destinado a câmaras de comércio e consulados situados no Rio de Janeiro, o evento reuniu no Palácio Guanabara representantes comerciais de diversos países que detêm tecnologia de fabricação de equipamentos submarinos e naval offshore – dentre os quais se destacam Noruega, Escócia e Estados Unidos.

O objetivo principal do seminário, além de intensificar a atração de investimentos para o setor de equipamentos submarinos e naval offshore foi buscar unificar as agendas dos países junto as suas respectivas câmaras de comercio e consulados para conseguir ampliar a cooperação para modelagem institucional do cluster de subsea no Estado do Rio de Janeiro.

O subsecretário de Relações Internacionais do governo do Estado, Pedro Spadale, acredita que os órgãos de representatividade internacional terão papel fundamental no processo de atração dessas empresas. “Há uma agenda de trabalho em comum entre as expectativas e os programas que nós queremos implantar no Rio e o trabalho que os consulados e as câmaras de comércio exercem é decisivo. Podemos potencializar esses compromissos e tirar mais efetividade do trabalho de cada instituição”, destacou Vertis.

Spadale destacou que o Rio de Janeiro tem taxas de crescimento anuais muito expressivas e, por isso, tornou-se um local com grau de investimento seguro. ”Temos uma média de quase 11% no período de 2000 a 2010, o que significa crescimento robusto e sustentável nos últimos anos”, afirmou.

Para ele, o desenvolvimento urbano está em destaque, por conta da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016, mas essas demandas não chegam a 5% dos investimentos contratados para o período de 2012 a 2014. “A Copa do Mundo e a Olimpíada são excelentes chamarizes para mostrar o que mais está acontecendo no Rio, mas não são efetivamente os motores de nosso crescimento. O petróleo, sem dúvida, é o maior deles”, disse.

Spadale frisou ainda que o Rio de Janeiro é um potência no setor de óleo e gás. “O Estado representa quase 80% de toda a produção nacional de gás natural. O Rio ainda apresenta excelentes condições com as novas descobertas do pré-sal, já que quase 70% das novas reservas estão na costa do Estado”, disse.

A modelagem do polo fluminense do setor começou a ser discutida há seis meses. Além da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, a parceria envolve, a Petrobras, Firjan, IBP, Onip, Sebrae-RJ e Rio Negócios.
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