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Cibersegurança: os riscos de se viver em um mundo hiperconectado

28/08/2017 em NOTÍCIAS
Evento reuniu especialistas para discutir precauções e soluções para questões de segurança na rede
Rodrigo Costa dos Santos, Dirceu Santa Rosa, João Carlos Demier, Marcos Semola, Fernanda Fernandes e Marlley Cavalcanti.
Em um cenário atual de hiperconectividade, ataques frequentes de vírus e roubos de dados se tornaram ameaças constantes, tanto para indivíduos quanto para empresas. Com o intuito de debater acerca dos principais desafios enfrentados pelas organizações neste cenário, a AmCham Rio realizou, em correalização com a Algar Telecom, o talk-show “Cibersegurança: desafios de um mundo conectado”. O evento aconteceu na última quinta-feira, dia 17 de agosto.

O evento, que teve a abertura feita por Bruno Augusto, vice-presidente do Comitê de Tecnologia da Informação e Comunicação e gerente de contas corporativas da Algar Telecom, contou com a presença de Marcos Semola, executivo de Tecnologia da Informação, especialista em Governança, Risco e Conformidade; Fernanda Fernandes, delegada assistente da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI); Dirceu Santa Rosa, sócio do Montaury Pimenta, Machado & Vieira de Mello Advogados; Marlley Cavalcanti, líder de Segurança da Informação na Algar Telecom e Rodrigo Costa dos Santos, professor do Instituto Infnet. A moderação foi de João Carlos Demier, diretor da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação do Rio de Janeiro (Assespro-RJ).

João Demier ressaltou a necessidade de atenção às questões essenciais de segurança, na vida pessoal ou para sobrevivência dos negócios na era digital. “A percepção de valor na internet, naquilo que significa termos segurança para utilizá-la, seja individualmente ou na empresa, é um desafio que precisa ser encarado e resolvido”.

Mas qual é o grande vetor de transformação do aspecto de segurança para as pessoas e empresas? Segundo Marcos Semola, a questão é a convergência entre ativos de tecnologia da informação e de tecnologia de operação. “Nós estamos vivendo o que eu chamo de indústria 4.0, a nova revolução industrial, criada pela invasão de novas tecnologias. Isto, que eu chamo de vetores digitais, estão transformando as máquinas antigamente isoladas em máquinas inteligentes”, explicou.

Segundo Semola, quando as máquinas recebem essas novas tecnologias com alto poder de conectividade e processamento, elas tornam-se um equipamento de Information Technology (IT), e herdam os benefícios e malefícios deste tipo de equipamento, estando suscetíveis, assim, às ameaças e às vulnerabilidades antigas, já conhecidas no ambiente de tecnologia da informação, mas também às novas, que surgem quase num piscar de olhos. “O problema que nós estamos vivendo, ainda em pouca, mas em breve em grande quantidade, é efeito dessa convergência, em que uma invasão de vírus, ou de um hacker, não vai apenas derrubar um site, ou tirar um serviço eletrônico do ar. Ele poderá derrubar aviões, destruir instalações físicas, e até mesmo tirar a vida das pessoas”.

Todo esse avanço tecnológico e a convergência reforçam a importância de conferir uma atenção especial ao assunto de segurança nas redes. “O problema, que não era pequeno, se torna ainda maior, dado um impacto potencial que a falta de segurança desses ativos pode gerar”, completou Marcos.

Os problemas de segurança na rede não se limitam apenas à empresas e corporações, mas afetam diariamente a vida das pessoas. Segundo Fernanda Fernandes, 90% dos crimes poderiam ser evitados se as pessoas tomassem certos cuidados no uso das redes sociais e da internet. “Nós não temos responsabilidade ao utilizar as redes sociais. Crimes contra honra a são constantes na DRCI. Não é possível que uma pessoa que ofenda outra em uma rede social não saiba que está cometendo um crime”.

Fernanda ressaltou que além dos crimes cibernéticos impróprios, ainda são frequentes os próprios. “Nós vemos até mesmo pessoas da área da tecnologia da informação também sofrendo ataques de dispositivo e extorsões virtuais. Crime contra honra e estelionato é todo dia”.

A delegada destacou que os problemas de segurança estão ligados há um despreparo muito grande, que resulta em uma falta de cautelas. Fernanda explicou que as pessoas devem ser mais prudentes, tomar algumas precauções e ser mais responsáveis. “O que falta é uma política educacional. Desde a escola a criança já tem que saber os perigos que ela corre, porque hoje em dia ninguém sabe o risco ao utilizar a internet, nem os pais, nem os filhos”, finalizou.

Confira as fotos do evento: http://bit.ly/cibersegurançafotos

O tailor-made é um evento sob medida com o planejamento e chancela da Câmara. O produto é exclusivo para associados. Saiba mais: felipetavares@amchamrio.com
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